API de WhatsApp para agência e integrador
Você opera números que não são seus. Isso muda tudo: o risco de um banimento é do seu cliente, o QR que cai no domingo é o seu telefone tocando, e o custo por mensagem é o que você não consegue prever no contrato.
O custo que não aparece na mensalidade
Integração não oficial é mais barata na assinatura e mais cara em tudo o que vem depois. O custo real é recorrente e imprevisível:
- Sessão que cai. Alguém precisa reler o QR code quando ela cai — e ela cai no fim de semana, no feriado, e quando o cliente mais está vendendo.
- Aparelho ou container por número. Cada cliente é uma sessão viva para manter no ar, e o custo cresce linearmente com a sua carteira.
- Banimento. É o pior deles, porque a perda não é sua. O número banido é o do cliente, com a base de contatos dele, e não existe suporte nem contrato a que recorrer.
A comparação completa, com o que muda no risco e na manutenção, está em API oficial x não oficial.
A objeção que trava a migração
Quando você propõe migrar para a API oficial, o cliente ouve uma coisa só: vou perder o meu WhatsApp. E, numa conexão dedicada, ele perde mesmo — o número sai do aplicativo e ninguém responde mais pelo celular.
Com coexistência, essa conversa acaba. O número continua no aparelho, o atendimento manual continua funcionando, o histórico fica onde está — e a API passa a operar junto. A proposta deixa de ser uma migração e vira uma autorização.
Como fica a sua operação
| Integração não oficial | CRPRO Hub | |
|---|---|---|
| Conexão do número | QR code, relido quando cai | Uma autorização, permanente |
| Sessão para manter viva | Uma por cliente | Nenhuma |
| Risco de banimento do número | Real e definitivo | Só por violar as políticas da Meta, não por automação |
| Conta da Meta | Não se aplica | Do seu cliente, cobrada dele |
| Seu custo | Manutenção imprevisível | Assinatura fixa por pacote de números |
O fluxo, do seu lado
- Você cria a organização do cliente e gera um link de conexão.
- Envia o link. O cliente autoriza o número dele, no celular dele, em alguns minutos.
- Você recebe a chave e passa a receber os eventos — mensagens que chegam, status de entrega, e o que for respondido pelo aplicativo.
- Cada cliente fica isolado do outro. Chave escopada por organização, e recurso de outra organização responde 404.
Perguntas frequentes
Preciso trocar o número dos meus clientes?
Não. Com coexistência, o número que já está no aplicativo WhatsApp Business do cliente é autorizado na Cloud API e continua funcionando no celular dele, com o histórico intacto. Ele não troca de número e não perde as conversas.
Como migro de uma API não oficial sem parar a operação?
Número a número. Cada um sai da integração não oficial e é autorizado na Cloud API pelo Embedded Signup, sem trocar de número. Você pode migrar um cliente, validar e seguir para o próximo — não é uma virada de chave para a base inteira.
O meu cliente precisa fazer alguma coisa?
Uma coisa só, e uma vez: abrir o link de conexão que você envia, autorizar na conta comercial dele e confirmar o número no celular. Ele não cria conta no Hub e não acessa painel nenhum. Da parte da Meta, ela pediu meio de pagamento cadastrado na conta dele até 30 de setembro de 2026: sem isso, a partir de 1º de outubro de 2026 as respostas sem template deixam de sair quando acaba a franquia mensal do número.
Quem paga a Meta pelas mensagens dos meus clientes?
Cada cliente, na conta dele. Você não adianta, não rateia e não repassa. É o que evita o pior cenário de agência: uma campanha inesperada de um cliente virar prejuízo seu no fim do mês.
O número pode ser banido?
Na API oficial não existe banimento por usar automação — existe classificação de qualidade. Se muitas pessoas bloquearem ou denunciarem, a qualidade cai e a Meta reduz quantas conversas o número pode iniciar por dia. Banimento é característico das integrações não oficiais, que operam contra os termos de uso — e o número banido é o do seu cliente, não o seu software.